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segunda-feira, janeiro 12, 2026
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ARAGUATINS: Aquiles afirma existência de suposto esquema em ações de trânsito do DETRAN. Gestor não apresentou provas

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A declaração do prefeito de Araguatins, Aquiles da Areia (PP), sobre a existência de um suposto “esquema” envolvendo fiscalizações de trânsito provocou forte repercussão política e institucional. Em entrevista à TV Anhanguera, o gestor afirmou que sua reação a uma blitz do Departamento Estadual de Trânsito do Tocantins (DETRAN), na última sexta-feira (9), teria sido motivada pela defesa de moradores que estariam sendo prejudicados, embora não tenha apresentado provas nem detalhado a natureza do esquema citado.

A fala do prefeito ganhou ainda mais peso diante das medidas adotadas no momento da fiscalização. Aquiles se dirigiu pessoalmente aos pontos de blitz, questionou os agentes em via pública e determinou a interrupção da operação, inclusive com o bloqueio de ruas por meio de caminhões e uma motoniveladora. A atitude, registrada em áreas centrais da cidade, foi interpretada por parte da população como um enfrentamento direto à atuação do órgão estadual.

Segundo o próprio prefeito, Araguatins conta atualmente com seis agentes municipais de trânsito, mas recebe ações frequentes do DETRAN, especialmente entre quinta-feira e domingo. Ele alegou que as fiscalizações estariam resultando em apreensões recorrentes de veículos, o que motivou sua intervenção para impedir novas medidas. Ainda assim, a ausência de informações objetivas sobre o suposto esquema levantou questionamentos sobre a gravidade da acusação e seus impactos institucionais.

Diante da tensão no local, a Polícia Militar do Tocantins foi acionada para garantir a segurança e evitar o agravamento da situação. Até o momento, o DETRAN não se pronunciou oficialmente sobre as declarações do prefeito ou sobre eventuais providências administrativas. Aquiles afirmou que pretende municipalizar o trânsito, criar uma secretaria específica e buscar diálogo com a presidência do órgão estadual, enquanto o episódio segue alimentando o debate sobre limites institucionais, responsabilidades legais e o peso de acusações feitas sem apresentação de provas.

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