Os médicos cubanos e os dois brasileiros com formação na Espanha que vão atuar nas unidades básicas de saúde do Tocantins vieram ao Estado por opção. Entre os cubanos, por exemplo, a maioria possui especialização em Medicina Geral e Integral e experiência em zonas de conflito ou de países com Baixos Índices de Desenvolvimento Humano (IDH) na América Latina, África e Ásia. Isso porque em Cuba, após a conclusão do curso, é necessário prestar serviços sociais à comunidade, de dois a três anos. Com isso os profissionais acabam desenvolvendo o sentimento de levar amor e solidariedade. É o caso da médica Yeline Falcón Ramirez, que vai atuar em Barra D’ouro e já atuou na saúde da família na Venezuela.
Para a diretora de atenção primária da Sesau, Nadir Santos, o fato dos médicos escolherem aonde atuar é positivo, uma vez que eles sabem a realidade que irão encontrar pela frente, as vezes com dificuldades, e é para isso que aqui estão.
Antes de se deslocarem para as unidades básicas de saúde em 10 municípios no interior do Estado e no Distrito Sanitário Especial de Palmas onde irão atuar a partir da próxima segunda-feira, 23, os profissionais de saúde do programa Mais Médicos, do governo federal estão passando por uma semana de capacitações oferecidas pela Secretaria de Estado da Saúde (Sesau) em Palmas.




