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sábado, janeiro 24, 2026
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Derrocamento do Pedral do Lourenção pode ser definido nesta terça-feira em Brasília

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Será realizada nesta terça-feira, em Brasília, mais uma reunião para discutir o derrocamento do Pedral do Lourenção, no Rio Tocantins, que viabilizaria a tão sonhada hidrovia Araguaia Tocantins e, por tabela, a Aços Laminados do Pará (ALPA), em Marabá.

Deputados federais, estaduais, empresários e até seis vereadores de Marabá estão em Brasília hoje para uma reunião com o diretor geral do Departamento Nacional de Transportes (DNIT) General Jorge Fraxe. No mês de maio, Fraxe havia prometido apresentar (após parecer da presidente Dilma Rousseff) qual o projeto que seria escolhido pelo governo para derrocamento do Pedral do Lourenção, no Rio Tocantins, para viabilização da hidrovia até o futuro porto de Marabá, inicialmente.

A reunião está agendada para as 14 horas desta terça-feira e o chefão do DNIT vai definir qual dos dois projetos executivos para derrocamento do Lourenção é mais viável.

Um deles foi apresentado pela Vale e estaria orçado em quase R$ 2 bilhões e o outro tem a chancela da Universidade Federal do Pará (UFPA) e estaria orçado em cerca de R$ 400 milhões. Com essa definição, o passo seguinte será realocar a hidrovia no Programa de Aceleração do Crescimento (PAC) para que os recursos sejam garantidos para início das obras ainda este ano.

Pensada inicialmente como rota de escoamento da produção da Aços Laminados do Pará (ALPA) e também porta de entrada do carvão mineral que iria abastecer a fábrica da laminados, a Hidrovia do Tocantins hoje se mostra muito mais do que isso. Revela-se o caminho do progresso regional. O canal hidroviário – que só deixa de ser sazonal e passa a ser ininterrupto com a derrocagem e dragagem do Pedral do Lourenção, na altura do município de Itupiranga – terá o condão de integrar o Centro-Oeste do Brasil ao litoral, com a vantagem de que se trata de um transporte bem mais barato do que o rodoviário, utilizado em larga escala no Brasil. (Paulo Costa)

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