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quarta-feira, janeiro 28, 2026
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Halum defende que Governo deve ampliar debate sobre 2014

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O deputado federal César Halum (PSD) defendeu uma ampliação do diálogo em torno da sucessão de 2014. Ao comentar com as declarações do vice-governador João Oliveira (PSD), que aventou uma possível candidatura a governador do secretário Eduardo Siqueira Campos, com a senadora Kátia Abreu (PSD) disputando a reeleição, Halum afirmou que partidos e lideranças precisam ser chamados para a conversa. “Não pode ser assim: dois decidem e o resto vai atrás”, ponderou o parlamentar.

Ele avaliou que as eleições de 2014 serão polarizadas, como ocorreu nas últimas disputas pelo governo do Tocantins. “No Estado é sempre assim, aqui não tem eleição fácil, e vai ganhar quem conseguir aglutinar mais”, garantiu.

De toda forma, Halum disse que vê a oposição ao governo Siqueira Campos (PSDB) desestruturada. Ele lembrou que a organização do grupo oposicionista vai depender da recuperação do senador João Ribeiro (PR), que enfrenta problemas de saúde “mas é uma peça importante”. Citou ainda o litígio em que vive o PMDB, com disputa pelo comando entre o ex-governador Marcelo Miranda e o atual presidente regional, deputado federal Júnior Coimbra.

“Mas eles não podem ser ignorados, porque em política não existe falta de competitividade, a disputa sempre será polarizada”, afirmou.

Daí, disse, a importância de os líderes palacianos ampliarem o debate em torno da sucessão. “Não fui chamado para conversar, mas acho que o partido, na hora certa, vai fazer esse chamado, porque quero participar do debate”, avisou.

Para ele, toda a população tem como certa quatro nomes para disputar o governo do Tocantins em 2014: Eduardo Siqueira, Kátia Abreu, Marcelo Miranda e João Ribeiro. “E a definição de qualquer candidatura depende da articulação e, sobretudo, da aglutinação. É preciso discutir muito, é preciso conversar muito. Por isso que digo que o debate tem que ser ampliado”, reforçou.

Halum afirmou que tem um compromisso com a cúpula nacional de seguir as orientações do partido em 2014. Dessa forma, se o PSD apoiar o candidato palaciano no ano que vem, o deputado não tem dúvida: “Vou seguir o meu partido”.   (Portal CT)

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