Um novo estudo divulgado pelo Departamento Intersindical de Estatística e Estudos Socioeconômicos (DIEESE/PA) aponta que a geração de empregos formais no Setor da Construção Civil no Estado do Pará apresentou em 2012 um crescimento de 20,47%. O maior de toda a região Norte.
O estudo foi elaborado com base em informações oficiais do Ministério do Trabalho, segundo os dados do Cadastro Geral de Empregados e Desempregados (CAGED), levando em consideração a nova metodologia adotada pelo Ministério do Trabalho que inclui registros entregues ao Ministério com atrasos e acertos.
De janeiro a outubro deste ano, foram feitas no Setor da Construção Civil em todo o Pará, 73.882 admissões contra 57.924 desligamentos gerando um saldo positivo de 15.958 postos de trabalhos.
No mesmo período do ano passado (Jan-Out/2011) o Setor da Construção Civil no Pará também apresentou crescimento de empregos formais, só que um pouco menor que o verificado este ano. Foram feitas naquela oportunidade 65.927 admissões contra 50.349 desligamentos gerando um saldo positivo de 15.578 postos de trabalhos.
Sobre a Flutuação dos Postos de Trabalhos no Setor da Construção Civil no Pará, no mês de outubro/2012, o número de admitidos foi igual ao número de desligados. No mesmo período do ano passado (Outubro/2011), o Setor da Construção Civil no Pará apresentou saldo positivo de empregos formais, foram feitas naquela oportunidade 6.698 admissões contra 4.425 desligamentos gerando um saldo positivo de 2.273 postos de trabalho.
Região Norte
No balanço envolvendo os sete Estados da Região Norte, a analise do DIEESE/PA mostra que a maioria apresentou perda de postos de trabalhos no comparativo entre admitidos e desligados, a exceção foi o Estado do Amazonas que apresentou saldo positivo de 355 postos de trabalhos com crescimento de 1,11%. Entre os Estados que apresentaram perda de postos de trabalhos o destaque foi Rondônia com saldo negativo de 1.017 postos de trabalhos, seguido do Estado do Acre com saldo negativo de 232 postos de trabalhos; do Estado do Tocantins com saldo negativo de 220 postos de trabalhos e do Estado do Amapá com saldo negativo de 185 postos. (Kleberson Santos/DOL, com informações do Dieese/PA)




