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sexta-feira, janeiro 16, 2026
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MP quer devolução de R$ 6 mi da Alepa

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O promotor de Justiça que investiga as fraudes no Legislativo, Nelson Medrado, já se prepara para entrar com mais uma ação de improbidade administrativa no caso Alepa. Desta vez, abrangendo as fraudes na folha de pagamento durante o período que o peemedebista Domingos Juvenil esteve à frente da Assembleia Legislativa, de 2007 ao final de 2010. A ação deve ser protocolada na Justiça ainda esse mês e irá pedir o ressarcimento de mais de R$ 6 milhões desviados dos cofres públicos. Enquanto prepara a ação, o promotor toma os últimos depoimentos que ajudam a esclarecer pontos ainda nebulosos da investigação.

Ontem, foi ouvido no Ministério Público do Estado o policial federal aposentado Wagner Lira. Segundo Medrado, o nome de Wagner está ligado à diferenças na folha de pagamento da Alepa, quando o servidor recebe mais do que consta em seu contracheque. No entanto, durante as investigações, Medrado verificou indícios de que Wagner, na verdade, nunca havia sido servidor da Alepa. Em depoimento, ele confirmou a suspeita. O policial disse que nunca sequer pisou no Palácio da Cabanagem, afirmou que sempre trabalhou na PF e que não sabe quem se apropriou de seus documentos. Para Medrado, provavelmente, este foi mais um caso de cidadão que teve o nome incluído indevidamente na folha da Alepa sem saber – os chamados ‘fantasmas’.

‘Ele consta como se tivesse trabalhado na Assembleia de 2009 a 2011, possuindo até mesmo uma conta bancária do Banpará em seu nome’, detalha o promotor. No depoimento, Lira disse a Nelson Medrado que sua companheira chegou a trabalhar cerca de um ano e meio no gabinete do deputado José Robson Nascimento, o Robgol, e disse que ‘admite a hipótese de que seus documentos tenham sido apropriados no gabinete do deputado ou no serviço de pessoal da Alepa’. O declarante disse ainda ao promotor que não faz ideia de quem movimentava sua conta e colocou-se à disposição para realização de exame grafotécnico. (O Liberal)

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