A agenda voltada ao fortalecimento da ciência e da inovação no Tocantins avançou nesta segunda-feira (16), com uma reunião na Fundação de Amparo à Pesquisa do Tocantins (FAPT) que reuniu o presidente da instituição, Professor Adrianoa, além da reitora da Universidade Federal do Tocantins, Maria Santana, da vice-reitora da Universidade Estadual do Tocantins, Darlene Castro, e do pró-reitor de pesquisa da Universidade de Gurupi, Walmirton D’Alessandro. O encontro teve como pauta central a implantação do Conselho Estadual de Ciência, Tecnologia e Inovação.
A criação do conselho é considerada estratégica pelo presidente da FAPT, Professor Adriano, por permitir a integração entre universidades, centros de pesquisa e o setor produtivo, ampliando a capacidade do estado de transformar conhecimento em soluções práticas. A medida também fortalece a captação de recursos e a definição de prioridades para áreas como inovação, desenvolvimento tecnológico e economia do conhecimento.
Experiências em outras unidades da federação mostram que estruturas desse tipo contribuem para dar mais eficiência às políticas públicas voltadas à ciência, além de estimular parcerias e projetos com impacto direto na geração de emprego e renda. Com um ambiente mais organizado, o estado tende a atrair investimentos e consolidar cadeias produtivas baseadas em tecnologia.
A expectativa é que o conselho atue como um eixo articulador entre ensino, pesquisa e mercado, criando condições para que ideias desenvolvidas nas universidades avancem para aplicações reais. Para a sociedade, o impacto esperado envolve mais oportunidades, desenvolvimento sustentável e maior competitividade econômica a médio e longo prazo.





