
“O prefeito Júlio Oliveira desde o primeiro dia da gestão mostra que é um administrador sem limites e sem medo das consequências que as irresponsabilidades dele hoje, lhe trará no futuro. Desrespeita as Leis e outros poderes, como se não houvesse amanhã, e como se ele, não terá de prestar contas de suas ações hoje, lá no futuro”, disse o vereador Daniel Walisson (PSL), ao afirmar que não concorda com o pedido de autorização, feito pelo prefeito de Augustinópolis, para a Câmara Municipal, por meio do PL 001/2019, onde solicita a manutenção de classe mil funcionários.
O limite de quase mil funcionários, deve se enquadrar nos limites estabelecidos pela Lei de Responsabilidade Fiscal.
Daniel considera o atual modelo que estrutura o quadro de funcionários, cargos, salário e funções dos órgãos da Prefeitura, irresponsável, pois além de permitir um número excessivo dentro do funcionalismo, dá uma “carta branca” para o prefeito contratar de forma quase que indiscriminada. “O prefeito abriu um leque muito grande, com muitas funções e cargos. Uma verdadeira festa para beneficiar aliados, tudo com dinheiro público. O caminho dele ai, será de tentar cooptar gente, para melhorar sua imagem que anda péssima. Ele precisa ter consciência que o momento não é propício para se pesar em benefício de amigos, mas sim no município. Veja bem, como vamos autorizar a Prefeitura poder ter quase mil funcionários e as ruas permanecerem da forma como estão? O comércio parado, não existem obras na cidade de vulto para aquecer a economia. Augustinópolis virou um caos, mas o prefeito quer quase mil funcionário”, disse o parlamentar.
Daniel também comentou que a gestão Júlio deveria seguir o exemplo de Tocantinópolis, que com um orçamento maior, possui apenas 6 secretaria municipais. “Nosso problema de gestão em Augustinópolis é tão crônico e grave, que veja só. Em Tocantinópolis, lá são apenas 6 secretária para gerir tudo. Mas veja os resultados, ruas em bom estado, obras com recursos do próprio município, limpeza pública em dias e a UPA 24h de lá funciona. Então, acho que o Júlio, deveria segui o mesmo exemplo. Cortar gastos desnecessário e investir nos serviços públicos. Porque aqui com 11 secretarias ele já mostrou nesses anos de gestão que não funciona”, avaliou.
Para Daniel, o que a Prefeitura deveria conceder, era um reajuste a funções como de ASG’s, garis, merendeiras, vigias e outros, que integram a categoria de nível elementar. “Penso que ele poderia conceder uma melhorar de salário dessa categoria e cortar o excessivo número em outros setores, para pode fazer a compensação”, afirmou.
Ainda segundo o parlamentar, a Prefeitura já deveria estar pensando em realizar um Concurso Público. “Existem outros exemplo também no Bico, de Prefeituras que estão com certame aberto ou encaminhando. A gestão precisa ter a transparência necessária, para também fazer aqui”, finalizou.




