Os impactos causados pelos protestos de caminhoneiros no Tocantins já se espalham por diversos setores da economia local, provocam desabastecimento de produtos em algumas áreas na capital e algumas cidades do interior.
A situação que pode piorar com a decisão da categoria de seguir com as manifestações.
Supermercados, postos de combustível e outros estabelecimentos já não conseguem repor as mercadorias.
Um protesto de também foi realizado por moradores de Palmas, no final da tarde, bloqueando por alguns minutos a ponte Fernando Henrique Cardoso.
Os protestos dos caminhoneiros, contrários à alta do diesel começaram na segunda-feira e ganharam corpo no decorrer dos dias, abrangendo mais de 20 Estados. Representantes do movimento se reuniram com autoridades do governo federal na tarde desta quarta-feira, 23, mas não chegaram a um acordo e afirmaram que vão manter a greve.
Combustível mais consumido no país, o diesel acumula alta de mais de 45 por cento desde julho do ano passado nas refinarias da Petrobras, na esteira de uma nova política de formação de preços da estatal que visa seguir o mercado internacional e o câmbio, entre outros fatores.





