
Enquanto o governador Marcelo Miranda (PMDB), tenta ganhar gás tomando medidas de contenção de gastos, aprovação de empréstimos para investimentos e reordenamento administrativo, dois de seus aliados parecem andar na contramão da conjuntura atual. São eles: o secretário de Articulação Política, João Emídio e o produtor rural Nasser Iunes.
João Emídio e Nasser resolveram apertar o governador, Marcelo Miranda, já envolto em tantos quefazeres e tantas demandas para resolver no estado, a entrar de cabeça na disputa pela presidência da Federação da Agricultura e Pecuária do Tocantins (Faet).
A dupla quer a todo custo que o governador receba em seu gabinete, para uma reunião, digamos, “garantidora”, de que emendas parlamentares utilizadas em eventos dos Sindicatos Rurais e que estariam sem serem pagas, desde 2015, sejam quitadas. Em troca da garantia, os presidentes dos referidos sindicatos teriam de votar em Nasser para presidente da Faet. O relato é feito por alguns presidentes do norte do Tocantins, que já teriam sido sondados para a tal reunião.
Marcelo Miranda ainda não teria dado a resposta, se ira assumir tal compromisso, e tão pouco agendado reunião para abençoar a promessa. Mesmo assim, alguns presidentes contam que o assédio já estaria acontecendo, só que a desconfiança, é a falta de garantia. E muitos deles, ainda receiam que com a crise que o governo atravessa, seria impossível dar conta de cumprir de fato o prometido.
Nasser e João Emídio estariam assumindo algo que não dariam conta de cumprir, disse um presidente de Sindicato do Bico, em conversa com o webjornal Folha do Bico.
Para a imprensa por meio de nota, Marcelo Miranda já se posicionou e negou não haver disposição do Governo interferir. E a nota não soa como despiste, a situação financeira do estado realmente não oferece condições para tais aventuras mirabolantes. O Governo já tem sérias dificuldades de atender os pedidos de liberação dos próprios deputados, que são os autores das emendas, quanto mais afiançar negociação de João Emídio e Nasser Iunes, para uma eleição que terá reflexo zero, na eleitoral de 2018. Embarcará na “cantada” de Iunes e João Emídio, quem literalmente não tiver juízo.
Um dos presidentes de sindicato, disse ao webjornal Folha do Bico, que se fosse apenas pela proposta administrativa, como novos projetos e saídas para o setor, seria mais fácil. Mas quando se coloca pelo meio, promessas ilusórias, a conversa toma um rumo não muito bom e a desconfiança para a imperar.
Publicamente, Iunes não esconde e confirmou em entrevista, que está buscando já atuar junto ao Governo em favor dos presidentes,




